Veja como os tipos de acomodação interferem no plano de saúde

Veja como os tipos de acomodação interferem no plano de saúde

Uma internação hospitalar é delicada para qualquer paciente. Seja no tratamento de uma doença, seja na recuperação de uma cirurgia, é natural que a pessoa fique um pouco fragilizada. Por isso, é importante observar o tipo de acomodação do plano de saúde para garantir mais conforto em situações assim.

Diferenças entre os tipos de acomodação do planos de saúde

A acomodação em enfermaria fica mais barata para o beneficiário. Isso acontece porque o atendimento não é tão exclusivo, fazendo com que o custo operacional caia.

Geralmente, as instituições de saúde procuram manter entre duas e quatro pessoas internadas num mesmo quarto coletivo. Uma lotação maior, além de tumultuar o ambiente, aumenta as chances de infecções hospitalares.

Nessa modalidade, o horário de visitas é reduzido. O paciente só tem direito a acompanhante se for menor de idade ou idoso acima de 60 anos.

Por conta da falta de privacidade, alguns clientes dos convênios preferem contratar a acomodação em apartamento. Essa opção dá direito a quarto individual, com banheiro privativo, e acompanhante em tempo integral, se assim o médico recomendar. O tempo para a estada de outros visitantes também é mais flexível.

Obviamente, a possibilidade de internação numa dependência reservada acaba elevando o valor das mensalidades. Sem contar que há outros custos envolvidos. A alimentação do acompanhante, por exemplo, só é bancada pela operadora se o paciente tiver menos de 18 ou mais de 60 anos.

Como funciona a cobertura do plano de saúde

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), cada segmentação assistencial prevê uma lista de procedimentos obrigatórios. Quanto mais completo o plano, mais alto tende a ser o valor cobrado.

Tanto a acomodação em enfermaria quanto a internação em quarto privativo são benefícios de quem contrata um convênio com cobertura hospitalar. Entenda a diferença:

Cobertura ambulatorial

Essa categoria compreende consultas médicas em clínicas e consultórios, além de exames e outros procedimentos ambulatoriais. O atendimento de emergência fica restrito às primeiras 12 horas da ocorrência. Se for necessária internação por um período mais longo, os custos recaem sobre o beneficiário.

Cobertura hospitalar sem obstetrícia

Essa opção garante o regime de internação hospitalar, sem limite de dias, prevendo cirurgias e tratamentos mais complexos. Porém, não dá direito à atenção ao parto.

Um ponto importante diz respeito ao prazo de carência, o tempo que se deve esperar até que os serviços possam ser utilizados. Se houver atendimento de emergência durante o período, a cobertura da internação é garantida por até 12 horas, como no segmento ambulatorial.

Cobertura hospitalar com obstetrícia

A modalidade inclui todos os procedimentos hospitalares e, também, a atenção ao parto. A assistência à mãe e ao bebê se estende por 30 dias após o nascimento.A regra vale para filhos biológicos e adotivos.

Cobertura odontológica

Essa segmentação compreende consultas, exames, tratamentos e atendimentos de urgência e emergência odontológicos. Os procedimentos são ambulatoriais e devem ser solicitados por um cirurgião-dentista. O rol completo está disponível no site da ANS.

Entendeu como funcionam os tipos de acomodação e de cobertura dos planos de saúde? Deixe um comentário e diga-nos o que você achou do artigo! Aproveite,também, para acompanhar outros posts do nosso blog. Tire suas dúvidas e confira qual é o convênio mais adequado para seu estilo de vida.