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Plano de saúde individual, familiar ou coletivo: saiba as diferenças

Individual, familiar, empresarial ou por adesão: existem diferentes tipos de planos de saúde, cada um com suas vantagens. É importante conhecer essas particularidades para encontrar a solução que mais se adeque às suas necessidades. A seguir, você confere as principais diferenças.

Planos individuais e familiares

Esses são os convênios que o beneficiário contrata por conta própria. Podem abranger apenas o indivíduo, ou então o titular e os membros de sua família.

A característica das carteiras acaba elevando o preço das mensalidades. Isso porque a maioria dos clientes é formada por pais com filhos pequenos, idosos e pessoas com alguma condição crônica de saúde. Como esses grupos de pacientes demandam mais cuidados médicos, o custo operacional dos serviços se torna caro.

Por outro lado, essas modalidades de planos apresentam algumas vantagens. A primeira delas diz respeito, justamente, ao reajuste anual dos valores. A Agência Nacional de Saúde Suplementar define um teto que não pode ser ultrapassado pelas operadoras. Assim, não há risco de cobranças abusivas.

Outra facilidade é a portabilidade. Esse recurso, inexistente em contratos coletivos, permite transferir-se de uma empresa para outra sem cumprir novo prazo de carência.

Planos coletivos

Tratam-se dos convênios contratados por uma pessoa jurídica. Eles podem ser de dois tipos: empresariais ou por adesão.

Os planos empresariais são destinados aos funcionários de uma companhia contratante, bem como aos dependentes desses indivíduos. Já os planos coletivos por adesão contemplam pessoas vinculadas a conselhos, sindicatos e associações profissionais que ofereçam essa facilidade.

As mensalidades costumam ser mais baratas. Quanto mais gente num grupo, menores tendem a ser os valores praticados. As condições de pagamento também são flexíveis, já que a negociação acontece diretamente entre a instituição e a operadora do convênio, sem intervenção da ANS.

Apesar de não haver portabilidade, os períodos de carência são menores. A contrapartida que se exige é o vínculo com a entidade contratante, que deve ser
comprovado mediante a apresentação de documentos como o contracheque. Ou seja, um trabalhador demitido corre o risco de perder o benefício.

Como escolher o plano de saúde

Qualquer que seja a natureza do plano de saúde, o mais prudente é que a contratação aconteça com calma. Devem ser considerados o orçamento disponível, o histórico familiar e o estilo de vida dos beneficiários.

Pessoas saudáveis, que não apresentem quadros crônicos nem risco de desenvolver doenças, podem contentar-se com uma cobertura ambulatorial. Ela prevê consultas e exames de rotina.

Se o perfil de algum paciente exigir internações, recomenda-se, então, recorrer a um convênio com assistência hospitalar. Casais que planejem ter filhos biológicos também devem incluir os serviços de obstetrícia no pacote.

A abrangência geográfica é outro ponto a se observar. Executivos, representantes comerciais e motoristas são exemplos de profissionais que precisam se deslocar,muitas vezes, para fora do estado de origem. Um plano de abrangência nacional confere a proteção necessária, caso haja emergência em outra região do país.

No entanto, quem não viaje com frequência pode optar por uma rede conveniada de abrangência regional. A alternativa é mais barata e garante acesso a serviços de qualidade, dentro da zona determinada em contrato.

Gostou das dicas? Se ainda restarem dúvidas sobre os diferentes tipos de planos de saúde, consulte o site da ANS e veja mais informações. Aproveite, também,
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