3 dicas para escolher um plano de saúde

3 dicas para escolher um plano de saúde

Atendimento médico de qualidade e assistência completa em caso de emergência. Essas são as principais vantagens de quem recorre aos convênios particulares. Porém, com tantas opções no mercado, às vezes bate a dúvida. Pois as dicas para escolher um plano de saúde listadas a seguir podem ajudar.

Como escolher um plano de saúde?

O segredo está em comparar ofertas e ler atentamente as cláusulas do contrato. O documento discrimina tanto direitos quanto deveres das partes envolvidas. Na dúvida, atente para três itens principais.

1.Tempo de carência

Quando você contrata um plano de saúde, deve aguardar um período até que a utilização dos serviços seja liberada. Trata-se do prazo de carência. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estipula limites, mas cada operadora determina o tempo que considerar adequado.

Para atendimentos de urgência e emergência, a espera não pode ultrapassar 24 horas. Em outras palavras, se a contratação acontecer hoje, a cobertura já passa a valer amanhã. Porém, nos demais casos, costumam-se aguardar até 180 dias.  É o que ocorre com exames, cirurgias e internações.

As empresas oferecem diferentes condições para seus beneficiários. Planos coletivos, por exemplo, costumam exigir um intervalo de carência bem menor.

Por outro lado, pessoas com doença ou lesão preexistente devem cumprir a chamada Cobertura Parcial Temporária (CPT) por 24 meses. Sob esse regime, não há direito a leito em UTI nem a intervenções cirúrgicas em decorrência do problema. Todos esses detalhes devem ser observados pelo futuro cliente.

2.Tipo de cobertura

Os serviços do plano de saúde também variam de acordo com o pacote escolhido. Quanto mais completo, mais caras tendem a ser as mensalidades.

A modalidade ambulatorial prevê consultas médicas, exames e tratamentos sem internação. O atendimento é feito em clínicas, laboratórios ou consultórios particulares.

Já os procedimentos de emergência se limitam às primeiras 12 horas da ocorrência. Ou seja, se houver um acidente grave e o paciente permanecer mais tempo no hospital, terá que arcar com os custos do tratamento.

Esse gasto extra, no entanto, inexiste em convênios de assistência hospitalar. Além dos procedimentos ambulatoriais, eles dão direito a internação por tempo indeterminado, inclusive em unidade de tratamento intensivo.

Há duas modalidades possíveis: com ou sem obstetrícia. Afinal, não é todo consumidor que precisa de atenção ao parto, por isso esses serviços são oferecidos à parte.

Por fim, há os planos odontológicos. Eles cobrem despesas com consultas de rotina, exames e tratamentos relacionados à saúde bucal.

3.Rede de assistência

Um terceiro ponto que todo beneficiário de plano de saúde deve conhecer é a rede conveniada. São os laboratórios, as clínicas, os consultórios e os hospitais que aceitam o convênio. A lista atualizada deve estar disponível ao consumidor, antes mesmo da contratação.

A credibilidade dos profissionais e das instituições é um fator a se considerar. Outra questão diz respeito ao estilo de vida do titular e de seus dependentes.

Se a família viaja bastante, pode precisar de atendimento médico em outro estado, ou mesmo em território estrangeiro. Para essas situações, recomenda-se a comodidade de um plano com abrangência nacional ou internacional.

Existem, também, as pessoas que não se deslocam tanto, mas que moram numa região bem servida de médicos. Para elas, a abrangência regional pode ser suficiente.

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