Como se organizar financeiramente para ter um plano de saúde

Como se organizar financeiramente para ter um plano de saúde

Um plano de saúde garante atendimento médico de qualidade a você e sua família. Portanto, vale a pena destinar parte do orçamento para pagar o convênio todos os meses. Acontece que dinheiro nem sempre sobra, então é necessário organizar as finanças para honrar com esse investimento.

Organização financeira para ter um plano de saúde

Está precisando de ajuda para fechar as contas? Fique conosco. O post de hoje traz dicas para quem quer aderir à saúde suplementar privada sem se endividar. Acompanhe:

  1. Tenha uma planilha financeira

O primeiro passo da educação financeira consiste em controlar os gastos. Você pode fazer isso com uma planilha. De um lado, anote a receita da família (a grana disponível para gastar, que vem basicamente do salário). Na outra ponta, inclua todas as despesas do mês, da conta de luz ao tíquete de estacionamento.

A ideia é fechar o balanço no azul. Ou seja: as despesas nunca podem ser maiores que a receita total da casa.

  1. Estabeleça um teto de gastos

Sabendo com que você gasta, é possível cortar supérfluos. Assim vai sobrar uma quantia maior todos os meses. As prestações do plano de saúde devem caber nesse orçamento.

Por exemplo, você quitou energia elétrica, água, aluguel e todas as contas fixas. Parte do dinheiro restante vai para a poupança. A outra parte será seu limite de gastos com saúde. É necessário encontrar um convênio adequado a essa realidade.

Saiba mais: Como economizar no plano de saúde

  1. Pesquise planos compatíveis

Ok, você já estabeleceu um valor máximo para seu plano privado. Agora basta pesquisar as opções disponíveis.

Lembre-se de que as mensalidades variam conforme os benefícios incluídos no contrato. Quanto mais ampla a cobertura, mais alto tende a ser o preço.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibiliza ferramentas para comparar planos de saúde. Acesse o link ao lado e confira as dicas! Dá para verificar não apenas a cotação dos produtos, como também o índice de desempenho das operadoras.

  1. Nunca atrase as parcelas

Cabe ressaltar que até mesmo consumidores com o nome sujo podem adquirir um plano de saúde. Porém, a inadimplência recorrente traz prejuízos.

Por lei, as empresas desse segmento podem cancelar o contrato após 60 dias de atraso no pagamento. E esse período é contado de maneira não consecutiva, de modo que não adianta atrasar uma parcela, pagar a seguinte e ficar devendo a próxima.

Portanto, sempre quite seus boletos antes do vencimento. Dessa forma você ainda evita que a dívida cresça e se torne impagável.

  1. Abata valores no Imposto de Renda

Por fim, quem se organiza financeiramente para bancar o convênio acaba colhendo benefícios adiante. Isso porque os gastos com saúde são dedutíveis do Imposto de Renda. Entram nessa conta as mensalidades do plano, as despesas com exames e internações e até mesmo as consultas a especialistas.

Importante: guarde os recibos por um prazo de cinco anos. Se você cair na malha fina, vai ser mais fácil comprovar os gastos.

Gostou das nossas dicas de finanças? Esperamos que o conteúdo tenha sido útil. Precisando de mais informações sobre saúde suplementar, continue de olho no blog da ASK. Temos posts com dúvidas frequentes de quem ainda não aderiu aos planos privados. Veja aqui e aqui.