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Plano de saúde terá reajuste negativo pela primeira vez

“O reajuste sendo negativo é um direito do consumidor. No caso de reajuste positivo, o direito é da operadora, e é facultado a ela aplicá-lo ou não”, disse Rogério Scarabel Barbosa, diretor da ANS

A diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, no início do mês, que foi aprovado o reajuste dos planos de saúde individuais e familiares. Pela primeira vez o reajuste será negativo de -8,19% , sendo vigente de maio de 2021 até abril de 2022. A decisão foi tomada com unanimidade pelos cinco diretores da Agência.

A ANS define, anualmente, o percentual máximo de reajuste que as operadoras podem aplicar nos planos de saúde individuais e familiares, vendidos diretamente aos consumidores. Já os planos coletivos, têm sua correção negociada diretamente entre as operadoras e as organizações contratantes. 
A razão desta queda ocorreu pelo impacto da pandemia sobre o setor, em função de adiamentos ou suspensões de determinados procedimentos. Além do isolamento social, houve uma diminuição significativa de acionamentos do plano para despesas assistenciais.
Na reunião, foi apresentado o mapa assistencial da saúde suplementar do ano de 2020, nele observou-se uma queda de 25,1% no número de consultas, de 14,6% nos exames e de 15,6% em internações.

O que isso significa? Na prática, as mensalidades dos planos de saúde individuais e familiares vão reduzir. Ou seja, em 20 anos, essa é a primeira vez que o percentual do reajuste será negativo.


COMO O REAJUSTE FOI CALCULADO?
A gerente Econômico-Financeira e Atuarial da ANS, Daniele Rodrigues Campos, explicou durante a reunião que a metodologia usada para o cálculo do reajuste leva em consideração dois pontos: a variação das despesas assistenciais das operadoras (80%) e a variação das despesas administrativas (20%).
Segundo os cálculos, a variação das despesas assistenciais em 2020 foi de -9,20%, a conta analisou a realidade de 412 operadoras que atendem mais de 7 milhões de pessoas e o impacto da pandemia da Covid-19 no setor foi o motivo da redução dos números em 2020.
O cálculo da agência havia sido enviado ao Ministério da Economia, que precisava aprovar o reajuste, em maio. Porém apenas em julho a ANS teve uma resposta.

A redução nas parcelas é um direito do consumidor, por isso fique atento ao seu plano!

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