Entenda como funciona o plano de saúde para recém-nascidos

Entenda como funciona o plano de saúde para recém-nascidos

As regras de plano de saúde para bebês são bastante claras. Se o recém-nascido for inscrito como dependente do pai ou da mãe logo no primeiro mês de vida, não precisa cumprir carência. Assim, todos os procedimentos da cobertura ficam assegurados.

Outra opção é contratar um convênio exclusivo para a criança. Siga conosco e entenda melhor essas alternativas.

Plano de saúde para bebês: cobertura sem carência

Nem todos os segmentos da saúde suplementar preveem atendimento ao parto. Para que o trabalho seja realizado sem custos adicionais à gestante, é necessário adquirir um plano hospitalar com obstetrícia. Essa modalidade dá direito à internação e a todos os serviços necessários para o bem-estar de mãe e filho.

A questão é que o período de carência pode chegar a 300 dias. Ou seja, é mais longo que a própria gravidez. Por isso, a família deve procurar a operadora e firmar o contrato antes mesmo de pensar em aumentar a prole.

Cabe ressaltar que, após o parto, a cobertura assistencial se estende ao recém-nascido por 30 dias. Nesse tempo, quaisquer exames neonatais, como o teste do pezinho, podem ser realizados sem preocupações.

Porém, a inclusão do neném como dependente do titular do plano de saúde não é automática. Ela deve ser solicitada junto à empresa, por telefone ou e-mail, dentro do mesmo prazo de 30 dias. Exige-se a certidão de nascimento da criança, para comprovar a filiação. Ou seja, não dá para realizar o processo durante a gestação.

Caso o responsável já tenha cumprido a carência, o novo membro da família terá acesso imediato aos benefícios do convênio. Se o período ainda estiver vigente, será estendido ao bebê.

Importante: alguns filhos vêm ao mundo com condições médicas crônicas e demandam tratamentos de alto custo. Mesmo assim, não se pode negar a inclusão do dependente no plano, tampouco cobrar mensalidades mais caras.

Outras regras para plano de saúde de recém-nascido

Há situações em que os próprios pais não têm convênio particular, mas decidem assegurar o benefício aos filhos. Nesses episódios, o plano de saúde do recém-nascido funciona como qualquer plano individual.

A opção pela cobertura ambulatorial ou pela hospitalar vai depender do quadro clínico da criança. Se houver predisposição a problemas mais sérios, talvez seja melhor prever internações. Do contrário, apenas os exames de rotina podem ser suficientes.

Esse tipo de contrato vigora com um prazo de carência. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão que regulamenta e fiscaliza o setor no Brasil, aguardam-se até 180 dias para que o convênio possa ser acionado. Algumas bandeiras oferecem limites menores.

De todo modo, os preços trabalhados costumam ser mais em conta. Bebês encontram-se na primeira faixa etária dos contratos, que vai de zero a 18 anos. Geralmente, as prestações são as mais baixas do mercado.

Uma última informação. Todas as regras de planos de saúde para recém-nascidos aqui descritas valem não só aos filhos biológicos, mas também aos adotivos de até 12 anos. O prazo para isenção da carência é contado a partir da data oficial de adoção.

Tirou suas dúvidas sobre convênio particular para bebês? Conte para nós!