Perguntas mais frequentes sobre plano de saúde

Perguntas mais frequentes sobre plano de saúde

Mais de 47 milhões de brasileiros são beneficiários de um plano de saúde, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar. E muita gente quer engrossar as estatísticas, mas tem dúvidas na hora da contratação. É para esse público que direcionamos nosso artigo de hoje.

A seguir, confira algumas das perguntas mais frequentes sobre planos privados. Se preferir, acesse os links para ler textos completos sobre cada tema.

Quais são as diferenças entre plano individual, familiar e coletivo?

O plano de saúde individual é contratado por conta própria, assim como o plano familiar, que contempla o titular e seus dependentes. Já os planos coletivos são contratados por uma empresa ou entidade de classe. Nesse caso, os participantes precisam manter algum vínculo com essa pessoa jurídica. Saiba mais sobre os tipos de planos de saúde.

Como saber se o plano de saúde cobre determinado procedimento?

O tipo de cobertura é definido em contrato. A ambulatorial prevê consultas e exames médicos. A hospitalar, além dos procedimentos ambulatoriais, também cobre cirurgias e internações.

A cada dois anos, a ANS atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Trata-se da lista de obrigatoriedades dos convênios.

Quais são os prazos máximos de atendimento pelo convênio?

Em situações de urgência ou emergência, o atendimento pelo plano deve ser imediato. Para a realização de consultas, exames e cirurgias, o prazo vai de três a 21 dias úteis, conforme a complexidade, desde que a carência já tenha sido cumprida.

O que é a carência do plano de saúde?

O tempo de carência é um período de espera. Durante esse intervalo, que vigora a partir da contratação do plano de saúde, o novo cliente ainda não pode usufruir dos serviços. O aguardo vai de 24 horas (para atendimento de urgência e emergência) até 300 dias (para assistência ao parto).

O plano de saúde pode negar a realização de algum serviço?

Não. Se o procedimento estiver previsto em contrato, e se o período de carência já tiver terminado, o beneficiário pode usufruir de atendimento irrestrito. Em outras palavras, sem limite de tempo ou de custos envolvidos. Porém, em certas ocasiões, a operadora pode solicitar contrapartidas como a autorização prévia.

Como funciona o reajuste do plano de saúde?

O cálculo das mensalidades leva em consideração, basicamente, três fatores: a inflação, o custo assistencial (as despesas com os serviços oferecidos) e idade do beneficiário. Quanto mais avançada a faixa etária do cliente, mais ele vai pagar.

Aposentado ou demitido pode manter o plano de saúde empresarial?

Sim. Funcionário demitido sem justa causa pode permanecer até dois anos com o antigo convênio. Já aposentados têm um prazo ainda mais flexível.

Vale lembrar que, em ambos os casos, é necessário assumir o pagamento do valor integral da mensalidade. De todo modo, convém realizar a portabilidade de carências antes do término do contrato para não ficar sem plano de saúde.

O que é a portabilidade do plano de saúde e como realizá-la?

A portabilidade consiste na migração de um plano de saúde para outro equivalente sem que seja necessário cumprir novo prazo de carência. Existem regras para acionar esse recurso, como estar com as mensalidades quitadas e cumprir o tempo de permanência exigido em contrato.

Gostou das dicas? Se você ainda tem dúvidas sobre planos privados, aproveite para conferir nosso glossário com os principais termos da saúde suplementar. Obrigado pela companhia e até a próxima!